Essas são as 10 melhores cidades do mundo para comprar uma casa em 2026
Comprar uma casa envolve mais do que preços atrativos ou localização privilegiada. Em um cenário de instabilidade econômica e mudanças urbanas aceleradas, fatores como infraestrutura, qualidade de vida, sustentabilidade e resiliência do mercado imobiliário passaram a pesar cada vez mais na decisão dos compradores.
Pensando nisso, a consultoria imobiliária global Savills divulgou o levantamento Resilient Cities Index 2026, o qual analisou quase 500 cidades do mundo e aponta quais centros urbanos têm maior capacidade de manter o valor dos imóveis no longo prazo, resistir a crises e seguir atraindo moradores e investidores.
O estudo considerou critérios como economia, conectividade, adaptação climática, mobilidade, infraestrutura e força do setor imobiliário. A seguir, confira as cidades mais indicadas para comprar uma moradia em 2026.
1. Nova York, Estados Unidos
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A cidade ocupa o topo do ranking graças à força econômica, alta liquidez do mercado imobiliário e capacidade contínua de atrair moradores, empresas e investidores. Mesmo com preços elevados, segue sendo vista como um dos mercados mais resilientes do planeta.
2. Tóquio, Japão
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Infraestrutura eficiente, estabilidade econômica e forte planejamento urbano fazem da capital japonesa uma aposta consistente para compra de imóveis no longo prazo.
3. Londres, Inglaterra
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Apesar das oscilações dos últimos anos, Londres continua sendo um dos destinos imobiliários mais desejados do planeta, impulsionada pelo peso financeiro e pela demanda internacional.
4. Seul, Coréia do Sul
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Com forte presença do setor de tecnologia e investimentos em inovação, a capital sul-coreana aparece entre os mercados urbanos mais resilientes para moradia e investimento.
5. São Francisco, Estados Unidos
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A cidade voltou a ganhar força com o avanço da inteligência artificial e da indústria tecnológica, fatores que reforçam a atratividade do mercado imobiliário local.
6. Singapura, Singapura
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Segurança, estabilidade política e infraestrutura moderna ajudam a manter Singapura entre os mercados imobiliários mais sólidos do mundo.
7. Paris, França
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A capital francesa segue atraindo compradores graças à combinação de patrimônio histórico, alta demanda por moradia e forte mercado de locação.
8. Boston, Estados Unidos
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Universidades renomadas, centros de pesquisa e hospitais ajudam a sustentar uma economia forte e uma procura constante por imóveis.
9. Toronto, Canadá
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Com crescimento populacional e forte imigração, a cidade canadense mantém um mercado imobiliário consolidado e resiliente.
10. Sydney, Austrália
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Qualidade de vida elevada, infraestrutura robusta e forte demanda habitacional colocam Sydney entre os principais destinos globais para compra de imóvel.
E o Brasil?
Embora nenhuma cidade brasileira apareça entre as mais bem colocadas do ranking, quatro figuram no levantamento da Savills: São Paulo é mais bem posicionada, na 376ª colocação, seguida por Brasília (436º lugar), Rio de Janeiro (439º) e Belo Horizonte (440º).
Paul Tostevin, chefe global de pesquisa da Savills, informou à Casa e Jardim que os municípios brasileiros aparecem na parte inferior do índice por uma combinação de fatores econômicos e de inovação, como PIBs relativamente menores em comparação aos principais polos globais, menor atração de migração internacional e volumes mais baixos de investimento imobiliário estrangeiro.
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O estudo também evidencia desafios: menor presença de universidades brasileiras entre as 400 melhores do mundo, atividade mais restrita de capital de risco e um número reduzido de patentes em comparação aos grandes hubs internacionais.
Por outro lado, o desempenho ambiental é um ponto positivo. De acordo com a Savills, as cidades brasileiras tendem a se destacar pela alta participação de energia renovável na matriz energética e por índices de poluição abaixo da média das demais cidades do ranking, com exceção de São Paulo.
expresso.arq com informações de Natasha Werneck


