Prefeitura de São Paulo pretende construir 400 jardins de chuva até 2024

Para melhorar o escoamento das águas pluviais, ampliar a permeabilidade do solo e mitigar os problemas dos alagamentos, a Prefeitura de São Paulo pretende construir 400 jardins de chuva até 2024.

Desde 2017, foram implantadas 163 estruturas do tipo no munícipio — 47 delas neste ano.

De acordo com o prefeito Ricardo Nunes, o projeto aumentará as áreas de drenagem, deixará a paisagem mais bonita e elevará o índice de cobertura vegetal na cidade.

“E por estarem em várias áreas, têm uma boa eficiência”, disse.

Também são obras mais simples se comparadas aos piscinões.

A administração municipal destaca, ainda, outras vantagens dos jardins de chuva, que deixam a cidade mais florida e atraem pássaros.

Além disso, são capazes de filtrar os poluentes carregados pelos volumes pluviais, evitando que essas substâncias nocivas sejam transportadas para os rios e córregos.

Na capital paulista, alguns dos bairros que já contam com essas estruturas são o Pacaembu, a Lapa, a Vila Nova Conceição, a Penha e a Sé.

Jardins de chuva

 Os jardins de chuva são espaços projetados para beneficiar a infiltração e a retenção dos volumes pluviais.

Implantados em pontos definidos de maneira estratégica, normalmente, possuem um rebaixamento de, pelo menos, 20 cm em relação ao solo em seu entorno.

Assim como em São Paulo, a solução é adotada em outras capitais, como Belo Horizonte, e em cidades fora do país, como Nova York e Portland, ambas nos Estados Unidos.

expresso.arq com informações da Comunicação social da Prefeitura Municipal de SP

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