Velejador Beto Pandiani destaca planejamento para travessias e regatas no Yacht Club de Ilhabela

O velejador Beto Pandiani será um dos destaques do XVII Simpósio de Segurança do Navegador Amador, que será realizado entre 15 e 17 de outubro, no Yacht Club de Ilhabela (YCI), no litoral norte de São Paulo. 

O evento terá uma série de atividades dentro e fora do mar, incluindo a palestra do navegador paulista. 

O simpósio é uma realização do Yacht Club de Ilhabela em parceria com a Marinha do Brasil, Soamar SP e apoio da Prefeitura Municipal de Ilhabela.

A produção e organização é feita pela Full Time Eventos e Turismo.

No currículo de Beto Pandiani, com mais de 20 anos de experiência a bordo, estão sete longas viagens em um barco sem cabine, o chamado catamarã. 

As expedições do navegador foram da Antártica a Groenlândia e do Pacífico ao Atlântico, sempre em uma embarcação aberta.

A próxima travessia de Beto Pandiani será em 2022 e terá o nome de Rota Polar.

A viagem ao lado de Igor Bely começará no Alasca e percorrerá 3.000 mil milhas náuticas até a Groenlândia.

Este caminho é conhecido por Passagem Noroeste e tem estado fechado pelo gelo nos últimos milênios. 

Na palestra de Beto Pandini, marcada para o sábado, 16 de outubro, às 16h15, o velejador destacará o planejamento e todos os procedimentos de segurança para travessias como as dele ou menores, como regatas, charters ou passeios em mar aberto.

”Para essas viagens acontecerem com segurança, além do apoio que tivemos da Marinha do Brasil e de outras Marinhas, sempre fizemos um planejamento muito grande, um estudo dos lugares que a gente passou”, disse Beto Pandiani.

”Vou fazer uma apresentação sobre a viagem da Antártica e o meu próximo projeto do ano que vem, a Passagem Noroeste, onde o Igor e eu vamos viajar do Alasca à Groenlândia. Vamos fazer um filme sobre as mudanças climáticas”.

“O sucesso é uma experiência coletiva” é o nome da palestra do escritor e navegador Beto Pandiani. Na viagem Rota Polar, Beto e Igor terão à disposição um multicasco de 24 pés de carbono (270 quilos).

A outra inovação a bordo é uma pequena cabine aberta no meio do barco que vai servir para descansar em segurança, pois esta região é cheia de ursos polares, e este será um dos desafios.

”Vale a pena ressaltar que viagem perigosa é aquela que a gente não sabe onde quer chegar e como vai chegar. E eu vou contar detalhadamente como foi o planejamento dessas viagens e como vamos fazer para garantir a segurança no próximo projeto em 2022”, finalizou o velejador.

Na Rota Polar, os velejadores terão a capacidade de transmissão de dados, ou seja, entrará ao vivo todos os dias para reportar as condições da viagem, e mostrar em imagens toda a região Ártica.

Expresso.arq com informações da On Board Sports

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