Maravilhas da engenharia: as 5 pontes mais longas do mundo
As pontes são um testemunho impressionante da engenhosidade humana, conectando terras separadas por obstáculos naturais e facilitando o transporte e o comércio. Mais do que apenas infraestrutura, essas pontes personificam o espírito de inovação e a determinação humana para superar desafios geográficos e técnicos. Cada um conta uma história de colaboração internacional, proeza tecnológica e visão ousada.
Ao conectar comunidades e facilitar o comércio e o transporte, elas desempenham um papel essencial no desenvolvimento econômico e social das regiões que atendem. Ao explorar essas estruturas impressionantes, celebramos não apenas os avanços técnicos, mas também a capacidade humana de sonhar grande e alcançar o impossível. Selecionamos 5 das pontes mais longas e incríveis do mundo, cada uma com sua própria história e características únicas:
1. Ponte Danyang-Kunshan: a ponte mais longa do mundo
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2025/M/O/KDAnVoTaaTm9yc68iRQg/gettyimages-157555467.jpg)
A Ponte Danyang-Kunshan, localizada na China, detém o título de ponte mais longa do mundo. Com 164,8 quilômetros de extensão, ela faz parte da linha de alta velocidade Pequim-Xangai. Este viaduto ferroviário atravessa rios, lagos e planícies, o que reforça a necessidade de um bom projeto para construir tal estrutura.
2. Ponte Haiwan: a ponte marítima mais longa
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2025/s/k/uTe0nsQ9edhjDKFRotuw/gettyimages-538352670.jpg)
A Ponte Haiwan, também na China, é a maior ponte marítima do mundo. Com 42,5 quilômetros de extensão, ela conecta a cidade de Qingdao aos seus subúrbios através da Baía de Jiaozhou. A ponte é uma proeza da engenharia marítima, projetada para suportar as duras condições do oceano, incluindo tufões e fortes correntes marítimas. Sua construção reduziu significativamente o tempo de viagem entre os dois pontos, promovendo o desenvolvimento econômico da região.
3. Ponte Grande Seto: a maior ponte suspensa
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2025/6/b/IKFdEbR72eyYhH8YeQTw/gettyimages-1038669356.jpg)
A Ponte Grande Seto, no Japão, é a maior ponte suspensa do mundo. Ela se estende por 13,1 quilômetros e conecta as ilhas de Honshu e Shikoku. A ponte é, na verdade, uma série de pontes e viadutos que combinam seções suspensas e estaiadas para cruzar o Mar de Seto. Seu design complexo e integração harmoniosa à paisagem circundante fazem dele uma grande atração turística, além de desempenhar um papel crucial na rede de transporte do Japão.
4. Ponte da Ilha Russky: a ponte estaiada mais longa do mundo
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2025/r/d/4aaWDOTEyrBBRnLcya7w/gettyimages-1447746467.jpg)
Localizada na Rússia, a ponte estaiada da Ilha Russky, com 3.100 metros de comprimento, detém o recorde de maior vão entre dois pilares: 1.104 metros. É uma ponte do tipo “pênsil” sustentada por uma série de cabos ancorados em pilares de suporte (ou torres). Conectando a cidade de Vladivostok à Ilha Russky, a ponte foi construída em temperaturas extremas, de 37°C no verão a -31°C no inverno. Inaugurado na cúpula da APEC de 2012, ele fortaleceu a posição de Vladivostok como o centro econômico e cultural do Extremo Oriente Russo.
5. Ponte da Crimeia: a ponte mais longa da Europa
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_d72fd4bf0af74c0c89d27a5a226dbbf8/internal_photos/bs/2025/T/5/VA4PYnTECMBd38BecOiw/gettyimages-1550767116.jpg)
A Ponte da Crimeia, também conhecida como Ponte de Kerch, é a mais longa da Europa. Desde 2018, ela se estende por 19 quilômetros, superando o recorde anterior da Ponte Vasco da Gama, em Lisboa, e conecta a Península da Crimeia à Rússia continental. No contexto da guerra russo-ucraniana, sua construção foi percebida pela Ucrânia e pela comunidade internacional como uma consolidação da anexação russa, exacerbando as tensões e simbolizando o desafio à soberania ucraniana. A ponte se tornou um ponto focal do conflito, representando tanto um recurso logístico para a Rússia quanto um alvo potencial nas hostilidades em andamento.
expresso.arq com informações de Edmée Jouslin de Noray


