Como minimizar riscos em parcerias com startups
Nos últimos anos, o setor da construção tem vivenciado um aumento sem precedentes do número de startups, algumas delas recebendo investimentos significativos.
Para se ter uma ideia, durante os primeiros nove meses de 2021, as startups brasileiras receberam R$ 33,5 bilhões de fundos de venture capital, segundo estudo da Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP) e da consultoria KPMG.
Nos últimos cinco anos, o número de startups que atuam apenas na cadeia da construção e no mercado imobiliário cresceu 235%, segundo dados da Terracotta Ventures.
Em 2021 eram 839 construtechs e proptechs ativas.
Todo esse movimento é bastante salutar para um setor que carece de tecnologia e tem graves problemas de produtividade a serem resolvidos.
Mas, para as companhias que querem realizar negócios nesse ecossistema, é necessário lembrar que toda inovação está associada a riscos que precisam ser previamente mapeados.
expresso.arq com informações da AutoDoc


