Boeing investe meio bilhão na Wisk

A Boeing, maior fabricantes de aviões do mundo, a empresa está criando seu novo ciclo de perpetuidade.

A empresa anunciou ontem um aporte de US$ 450 milhões na Wisk, uma empresa de “táxis voadores”, co-fundada por Larry Page, fundador do Google.

O “táxi voador”, como a própria empresa o chama, é elétrico e autônomo, decola como helicóptero e voa como avião.

Ela possui 12 rotores independentes, que garantem a segurança em caso de falha.

Além disso, a aeronave tem ainda um paraquedas de emergência, que pode ser acionado em caso de falhas graves, garantindo um pouco sem riscos e sem perda do equipamento.

Mas, apesar de tanta coisa legal, o importante dessa notícia é: se no futuro voar for tão simples e acessível, a ponto de cada pessoa pedir seu próprio “aero táxi”, qual o destino dos grandes aviões?

A resposta, obviamente, ninguém sabe.

E a Boeing, assim como qualquer “Organização Infinita”, não quer pagar pra ver.

Se existe algo que vai destruir o seu negócio, é melhor você participar disso.

Ao controlar seu processo de “morte”, você automaticamente constrói sua “nova vida”.

Se no futuro a Wisk for a grande líder do mercado, a Boeing será tão relevante quanto é hoje.

Não existe mais aquele futuro certo e determinado.

As variáveis são muitas e surge um fato novo a cada momento.

Ou você se mexe, sem medo de se reinventar, ou fica obsoleto e desaparece.

expresso.arq sobre artigo de Júnior Borneli

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