5 tendências para a construção civil no cenário pós-pandêmico
A Consultora Imobiliária da WS Urban, Joana Passadore, comenta neste artigo – e também no vídeo postado em nosso canal no YouTube (link abaixo) -, as 5 principais tendências que se farão mais presentes na retomada do mercado imobiliário nesse cenário pós-pandemia que se avizinha com o aumento do número de brasileiros imunizados contra o Covid-19.
De acordo com a consultora, o grande agente motivador das profundas mudanças que passaremos a sentir em relação ao mercado imobiliário, doravante, passam, especificamente, pela necessidade da implantação do isolamento social, em seus diversos níveis de rigor, principalmente nos estágios iniciais da pandemia, quando as informações eram mais escassas e cercadas de incertezas.
A boa notícia, segundo Joana, é que grande parte dessas 5 tendências, de alguma forma contribuirão para a valorização do seu imóvel.
“A primeira das tendências estabelecidas pelo isolamento social foi o crescimento e a consolidação da prática do home-office, que trouxe uma legião enorme de trabalhadores para dentro de casa, o que impactou não só nas relações profissionais, como também na readequação do espaço doméstico que teve que sofrer adaptações para a criação de estações de trabalho, com um mínimo de especificações que proporcionassem produtividade e conforto”, explica Joana.

A segunda grande mudança – ainda de acordo com a consultora – diz respeito à mudança no tamanho das plantas dos imóveis desejados pelos clientes. Não só àqueles que buscam uma troca de imóveis, bem como aqueles que desejam construir ou adquirir um novo imóvel ainda no projeto.
“Essa é uma tendência que vem privilegiar o aumento da área privativa da família, permitindo melhor circulação e conforto, cômodos mais amplos, ambientes diferenciados com espaços interativos como, por exemplo, um cineminha caseiro, fazendo com que as construtoras inovem ainda mais nos futuros lançamentos imobiliários”, destaca.

Como terceira tendência, Joana aponta o caminho para o aumento na procura de imóveis mais afastados dos grandes centros urbanos, preferencialmente localizados em condomínios fechados.
“Essa é uma tendência que vem contemplar àqueles que buscam espaço em abundância para viver e criar seus filhos dentro de um ambiente completamente autossustentável, com muita segurança e altíssimo nível de vida. É um segmento de mercado que vem sendo olhado com muito carinho pelos clientes”, constata Joana.

O quarto item dessa listinha, passa pelo desenvolvimento tecnológico, voltado para a automação predial e residencial, o que para a maioria já não é mais tratado como um luxo, mas sim como uma necessidade imperiosa.
“O processo de automação residencial está vivenciando um momento de intenso ‘boom’, dentro da área de projetos de edificações, proporcionando ao morador dessas casas controlar um sem número de ações, passando desde climatização interna, iluminação, interação com a internet das coisas, vigilância doméstica, abertura me fechamento de portas e portões, enfim, uma inovação que conquistou definitivamente seu lugar no gosto dos clientes” afirma Joana.
A última das tendências apontada por Joana Passadore, é a retomada do conceito de se ter um imóvel como fator de investimento pessoal e patrimonial, uma prática que andou sendo muito questionada por uma determinada corrente economistas e especialistas no mercado de imóveis.“Essa retomada da revalorização do imóvel como um excelente investimento, passa necessariamente pelo comportamento do mercado que, mesmo durante a pandemia, não deixou de produzir e se reafirmar como uma das locomotivas econômicas do País. Some-se a isso o crescimento e a maior acessibilidade ao crédito, criou-se o cenário perfeito para essa retomada”, finaliza Joana.
Assista ao vídeo completo:


