Como começar a investir na Bolsa?

Em uma semana (12 d 18/6) marcada no Brasil pelo novo aumento dos juros, de 3,50% para 4,25% ao ano, as atenções se voltaram para a renda fixa.

O Banco Central segue na cruzada para conter o avanço da inflação, mas, na prática, o investidor ainda pena para encontrar retornos atrativos nas aplicações mais conservadoras, afinal, o IPCA está na casa dos 8% em um ano.

Esse contexto, que não deve mudar drasticamente no curto prazo, mantém aquecido o interesse de novos investidores por alternativas mais rentáveis na Bolsa.

Segundo dados da B3, em dezembro de 2020, havia 3,22 milhões contas de pessoas físicas na Bolsa, número que avançou para 3,73 milhões em maio, com um acréscimo, portanto, de quase 500 mil contas em cinco meses.

Por conta disso, orientações para investidores iniciantes no mercado de ações convidamos a economista e planejadora financeira CFP, Paula Sauer, que já avisa que o primeiro passo para quem está interessado em Bolsa é se informar e se cercar de boas informações.

Para entrar no mercado de ações, além de conhecer o mercado e o comportamento dessa classe de ativos, é importante também se conhecer muito bem – suas possibilidades financeiras, sua tolerância a risco e seus prazos.

Outro aspecto importante é ter claro o que se espera com o recurso que está sendo aplicado.

É preciso ter um objetivo, dar um nome para este recurso, para, a partir daí, entender o prazo que pode ficar com o dinheiro aplicado, e que tipos de ações estão mais atreladas ao perfil do investidor.

É muito comum observar que investidores imaginam o grupo das “ações” como uma coisa só, talvez por estarem muito acostumados com alguns indicadores como o Ibovespa.

No entanto, comprar a ação de uma empresa monopolista que paga dividendos é totalmente diferente de comprar ações de uma startup que reinveste seu lucro em crescimento, em novos projetos.

Você consegue perceber isso?

São detalhes pequenos, mas importantes!

Leve em consideração também sua reação ao ver a Bolsa de Valores “derretendo” – você quase morreria do coração ou enxergaria como um bom momento para ir às compras?

Em muitas situações, não se trata só do que fazer com R$ 10 mil, mas de sentar-se com um profissional e olhar o patrimônio como um todo, rever sua carteira de investimentos, pois o cenário econômico muda, e a gente também.

Expresso.arq com informações de Infomoney

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