Como usamos reboco de isopor na construção civil?
O Conceito do Reboco de Isopor na Construção Civil
Há muito tempo, a indústria da construção civil busca uma forma de revolucionar como encaramos o tradicional reboco de parede.
Mas, o difícil sempre foi, certamente, encontrar respostas técnicas tão fáceis quanto baratas, sobretudo para situações em que há necessidade de maior isolamento e resistência.
E o que é apresentado por esse pedreiro no YouTube é uma alternativa simples voltada à quem realmente não tem muita experiência, mas deseja fazer pequenas reformas em casa.
A técnica apresentada, do reboco de isopor na construção civil, envolve a aplicação de dois materiais aparentemente distintos.
Primeiro a chapa de isopor, também conhecido como poliestireno expandido, feito de pequenos grânulos à base de petróleo, que é um material leve, bom isolante acústico e térmico, reduzindo a transferência de calor através das paredes – especialmente útil em regiões com climas extremos, deixando a casa mais confortável.
Depois a massa corrida à base de gesso – ideal para nivelar e suavizar o acabamento de superfícies, preparando-as para a pintura ou revestimento final, que é feito de água, calcita, bentonita, bactericida, CMC, dispersante ou parafina, emulsões, entre alguns outros elementos.

Por que o método é considerado revolucionário?
Agora, vamos explicar a diferença dessa técnica.
Começando pelo reboco tradicional, apenas com massa corrida, que envolve a aplicação de muitas camadas espessas do composto, seguidas de lixamento e outros processos demorados, mas necessários para se obter o resultado esperado.
Então a proposta do pedreiro é sobrepor a massa sobre pedaços de isopor. Ele mostra que, com uma simples ferramenta desempenadeira, pode-se aplicar a massa sobre o isopor sem qualquer dificuldade.







Quais outras vantagens do reboco de isopor na construção civil?
Citamos anteriormente a questão do isolamento térmico, que seria muito melhor com essa solução de massa corrida com isopor.
Mas, devemos acrescentar, como uma consequente vantagem, a economia de energia, já que o isopor reduziria a necessidade de aquecimento ou resfriamento, resultando em custos mais baixos com climatização.
Ademais, uma maior facilidade e rapidez de aplicação desse revestimento, sem exigir aquela espera normal de secagem dos materiais.
Depois, a redução de resíduos.
E, por último, um resultado ainda mais bonito, liso e uniforme, também gerando posteriormente uma economia de pintura, ou seja, de tinta.
Só vale enfatizar que nem sempre será apropriado o uso do reboco com isopor.
Até agora, muitos especialistas acreditam que justamente esse acréscimo da massa corrida sobre isopor pode comprometer a vida útil do revestimento, bem como sua resistência a impactos em comparação a métodos tradicionais de reboco.
Portanto, seria interessante realizar alguns testes antes!
expresso.arq sobre artigo de Simone Tagliane


