As 10 melhores dicas para montar um quarto de criança prático e seguro
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O quarto das crianças é um “mini mundo” de brincadeiras, aventuras, descobertas e também de descanso e relaxamento.
Para adequar todos esses usos, ele deve ter um equilíbrio entre praticidade e ludicidade, entre estímulo e tranquilidade.
Além, é claro, de ser seguro para os pequenos circularem ser medo e sem acidentes indesejados.
1. Atenção a idade
Conforme as arquitetas Caroline Monti e Amanda Cristina, do escritório Evertec Arquitetura, é importante se atentar à idade das crianças e ao que elas precisam em cada fase. Até os 2 anos, o quarto precisa trazer uma sensação de conforto, tranquilidade e uma paleta de cores mais suave.
“Em quartos de bebê, gostamos de trazer aconchego e tranquilidade. A partir do momento que a criança começa a ter autonomia para brincar, trabalhamos com o lúdico e itens que estimulem a criatividade”, fala Caroline.
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“Para essa fase, podemos montar uma parede de lousa e papéis para desenhar. O ideal é que a decoração traga autonomia para que a criança pegue seus próprios brinquedos e, inclusive, incentive a guardá-los”, continua Amanda.
2. O melhor estilo
Além das crianças, é preciso entender o estilo da família e trazer um pouco disso para a decoração do espaço dos pequenos.
“O estilo de quartos montessorianos está bastante em alta, mas muitas pessoas também gostam da ideia de um cômodo mais moderno e lúdico, com cores que tragam vida e personalidade, além da aplicação de móveis retos, que podem ser usados por mais tempo. O clássico também é algo bem atemporal, que trabalha muito com curvas e detalhes de madeira, trazendo aconchego”, diz Amanda.
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3. Funcionamento do quarto
A linha montessoriana é uma opção para dar mais autonomia às crianças em seu espaço. Por ter tudo em sua altura e à mão, elas acabam demandando menos a ajuda de um adulto para fazer algo que conseguem sozinhas.
“Você dá a chance da criança aprender. Eu gosto de pensar em um quarto que, além de durável, ela possa usar mesmo”, comenta a arquiteta Karen Pisacane.
Mas, se a cama for um pouco mais alta, ela pode ter gavetões para brinquedos embaixo ou um colchonete dobrável. “Eu acho que o colchonete é mais funcional que a bicama, pois ele exerce a mesma função, é lúdico e pode ser usado em brincadei
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4. Combinação de cores
As cores são importantes em um projeto infantil, mas é preciso ter cautela, pois algumas tonalidades, em especial as mais fortes e vibrantes, deixar o espaço carregado. Tudo claro demais também pode deixar o espaço sem personalidade.
“Devemos sempre pensar em algo que a criança goste, deixando alguns espaços com tons que trazem mais vida, mas sempre atentos para não colocar cores demais no quarto. Quando a pintura de um cômodo se torna pesada, costumamos cansar muito rápido, além de não dar a sensação de conforto e tranquilidade que procuramos em um quarto”, explica Amanda.
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5. Quarto evolutivo
Pode não parecer, mas aquele bebê minúsculo crescerá logo e, com ele, o quarto também precisará evoluir.
“Um bom projeto é algo que podemos encaixar em várias idades, mudando apenas detalhes, como papéis de parede, prateleiras decorativas e as cores das paredes, sem ter que mudar o quarto completo em todas as fases da criança”, pondera Caroline.
6. Móveis funcionais
Outra dica é apostar em um mobiliário capaz de se adaptar conforme a criança cresce.
“Os móveis funcionais são ótimos para transformar o quarto sem precisar trocar tudo novamente. Um baú, por exemplo, é ótimo para guardar os brinquedos das crianças e não deixar o quarto bagunçado – já no futuro, pode servir para guardar roupas. Um berço também pode se transformar em cama após alguns anos, acompanhando o desenvolvimento da criança”, destaca Caroline.
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7. Sem quinas
Parece um detalhe, mas faz diferença. Evitar quinas pontudas em quartos infantis pode trazer muito mais tranquilidade aos pais.
“Se vamos projetar a marcenaria, uso o canto moeda, ao invés do canto vivo, ou uso o canto arredondado. É preciso evitar as quinas para segurança das crianças”, alerta Karen.
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8. Evite acidentes
Muitos acidentes acontecem porque a criança quer escalar um móvel para pegar um brinquedo que está em uma prateleira ou nicho alto.
Por isso, indica Karen, é preciso deixar os objetos na altura dos pequenos o máximo que der, para que eles consigam acessá-los sem perigo.
“Gosto muito dos cestos de brinquedos, que deixam tudo à mão. Evite criar espaços aéreos em que a criança precisará pedir ajuda para alcançar”, indica a arquiteta.
9. Peças práticas
Quarto de criança precisa ser prático, e isso inclui objetos que sejam fáceis de serem higienizados. “Toda vez que eu posso, gosto de usar peças fáceis de usar e laváveis, como tapetes que vão na máquina, e almofadas com capas que podem ser removidas para lavagem”, aponta Karen.
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10. Rodízio de brinquedos
Um ambiente sobrecarregado de objetos não é agradável e funcional para um adulto, quanto mais para uma criança.
O ideal é sempre deixar poucos brinquedos acessíveis, fazendo um rodízio conforme o interesse do momento. “Se super estimularmos os pequenos colocando brinquedo em tudo quanto é lugar visível e ao alcance delas, não estamos pensando no bem-estar”, conclui Karen.
expresso.arq com informações de Ana Sachs


