PIX não será mais gratuito? Confira as últimas notícias sobre a ferramenta

O PIX já se tornou um dos principais instrumentos de transferência de valores e de pagamentos pelos brasileiros desde a sua criação em 2020.

Apenas neste mês, por exemplo, foram movimentados mais de R$ 784,6 bilhões por meio do sistema de pagamentos.

Tamanha sua importância, muita gente teme que a ferramenta deixe de ser gratuita e passe a ser cobrada.

Mas será que isso pode acontecer?

Até o momento, não foram divulgadas informações a respeito de uma possível cobrança em transferências PIX para clientes pessoas físicas, pelo contrário.

O governo tem divulgado com cada vez mais empenho a importância e vantagem do sistema de pagamentos do Banco Central (BC), sendo uma delas a gratuidade e facilidade no envio e recebimento de dinheiro.

Nesse sentido, os milhões de brasileiros que utilizam com frequência o PIX não devem se preocupar neste momento se ele deixará de ser gratuito, tendo em vista que o objetivo do governo é aumentar o número de utilizadores da ferramenta.

Governo federal divulga dados sobre o PIX

Com o PIX, os brasileiros conseguem pagar e transferir dinheiro de forma mais prática e fácil.

Os usuários podem realizar transferências de modo instantâneo a qualquer hora do dia e sete dias por semana.

As operações acontecem por celulares, tabletes e também computadores com recursos disponíveis para esse tipo de transação.

A ferramenta é totalmente grátis para pessoas físicas.

O governo federal informou que, em abril deste ano, o número de usuários cadastrados no PIX chegou a 126,5 milhões.

Já em relação às chaves ativas, o quantitativo é ainda maior, chegando a 438,4 milhões.

Isso porque uma única pessoa pode ter mais de uma chave ativa, que podem ser o CPF/CNPJ, e-mail, chave aleatória ou número de telefone.

Assim como boleto, Transferência Eletrônica Disponível (TED), Documento de Ordem de Crédito (DOC), o PIX realiza transferências entre contas.

Segundo o BC, o sistema de pagamentos é de extrema importância porque garante a manutenção da competição, inovação e eficiência do mercado financeiro.

expresso.arq sobre artigo de Renato Soares / R7

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