Parque do Porto: os planos do Rio de Janeiro para construir nova orla com ilhas artificiais
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Chamado de “Parque do Flamengo do século XXI” pelo prefeito Eduardo Paes, o Rio de Janeiro planeja construir uma série de praças flutuantes com áreas verdes na Zona Portuária. Com objetivo de revitalizar a área e intensificar a comunicação com o mar, o projeto, chamado Parque do Porto, prevê a criação de uma nova orla destinada para o lazer e cultura.
A proposta foi apresentada ao Governo Federal, visto que o terreno onde o parque planeja ser erguido pertence à União. Além de espaços para piquenique, hortas comunitárias, quadras poliesportivas, ciclovias e um museu a céu aberto, a iniciativa prevê a construção um novo píer para embarque e desembarque de navios de cruzeiro.
Baseado em soluções sustentáveis, a estrutura do Parque do Lago se inspira em modelos semelhantes presentes da cidade de Nova York – como o Little Island, no rio Hudson, inaugurado em maio de 2021. Ao mesmo tempo, o projeto também carrega aspectos do Parque do Flamengo, porém com uma roupagem mais moderna, sem uso de aterros e respeitando o meio ambiente.
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“A gente quer fazer um parque absolutamente inovador, trabalhar com a questão da sustentabilidade, de como podemos adaptar (o parque) inclusive às questões de elevação do mar. Por isso falamos em parque flutuante. A ideia é ganhar um espaço público urbano de enorme qualidade, que em termos de intervenção no Rio só pode ser comparado ao Parque do Flamengo. Mas queremos um Parque do Flamengo do século 21”, afirmou o prefeito Eduardo Paes durante a inauguração do Terminal Mato Alto do BRT, neste domingo (19).
O projeto, apresentado ao presidente Lula há dois meses, ainda envolve negociação com o Ministério dos Portos e Aeroportos e a autoridade portuária PortosRio (antiga Companhia Docas). Ainda não há informações sobre o valor de investimento e datas do projeto, mas o prefeito Eduardo Paes espera que as obras sejam licitadas e iniciadas até o fim do ano.
Além disso, o projeto planeja aproveitar os armazéns portuários com atividades culturais e gastronômicas, assim como realizar a transferência da área de alfândega para o local, permitindo a ocupação dos antigos galpões com atividades comerciais.
Para completar, a iniciativa deseja agregar à nova área pública as ilhas de Santa Bárbara e da Pompeba, que pertencem à União, transformando a última em uma espécie de “Inhotim carioca”. A cessão delas está sendo negociada.
expresso.arq com informações de Além disso, o projeto planeja aproveitar os armazéns portuários com atividades culturais e gastronômicas, assim como realizar a transferência da área de alfândega para o local, permitindo a ocupação dos antigos galpões com atividades comerciais.
Para completar, a iniciativa deseja agregar à nova área pública as ilhas de Santa Bárbara e da Pompeba, que pertencem à União, transformando a última em uma espécie de “Inhotim carioca”. A cessão delas está sendo negociada.
expresso.arq com informações de CasaVogue


