Avança projeto para melhorar mobilidade em BC e na região

Com a confiança de que estão liderando os rumos de uma grande revolução no setor de infraestrutura na região, no estado e com reflexos na economia do país, os prefeitos de região da Foz do Itajaí, reunidos com os técnicos do Consórcio de Municípios da Amfri (CIM-Amfri) marcaram para o dia 21/12, o início dos trabalhos para a formatação dos termos do financiamento que será assinado com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). Serão U$ 120 milhões para obras que vão melhorar sensivelmente a mobilidade de toda a região.

A carta consulta para o empréstimo já foi aprovada na semana passada, pela Comissão de Financiamento Exterior (COFIEX), do Ministério da Economia.

“O destaque, é que este é o primeiro projeto apresentado por um consórcio de municípios na América Latina que já vem com financiamento internacional. É um projeto de mobilidade que prevê a reurbanização da orla da nova Praia Central de Balneário Camboriú, que recém-alargamos, o túnel imerso sob o Rio Itajaí Açu, ligando Navegantes a Itajaí, e a implantação do sistema de transporte coletivo regional interligando os municípios da região da Amfri com ônibus elétricos e vias exclusivas. Tudo isso vai revolucionar a mobilidade urbana da nossa região, que é a que mais cresce no Sul do país e uma das mais adensadas. É um projeto que garantirá esse crescimento com qualidade de vida” comenta o prefeito de Balneário Camboriú, Fabricio Oliveira.

Além dos valores que serão repassados pelo BIRD, haverá uma contrapartida das prefeituras de Balneário Camboriú, Itajaí e Navegantes.

As obras previstas são: a reurbanização da orla de Balneário Camboriú; o Sistema de Transporte Coletivo Regional; e o túnel imerso entre Itajaí e Navegantes.

As ações estão previstas no Projeto de Mobilidade Integrada Sustentável da Região da Foz do Rio Itajaí – PROMOBI.

O projeto é pioneiro no Brasil pela proposta de gestão consorciada entre municípios.

Os valores do empréstimo internacional deverão ser amortizados em 25 anos.

A expectativa é de que os investimentos privados que serão gerados com as obras deverão ultrapassar a casa dos US$ 240 milhões para o conjunto de obras de mobilidade.

A partir de janeiro de 2022 iniciará a fase de estruturação do financiamento, que passará por autorizações legislativas, assim como a fase de execução dos projetos de engenharia definitivos, modelagem jurídica de concessões, e Estudos de Viabilidade Técnica Econômica e Ambiental – EVTEAs.

expresso.arq com informações da Diretoria de Comunicação da PMBC

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