As mudanças de como habitamos os lares mostram as tendências do morar
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Nos últimos anos, passamos por uma transformação na forma como habitamos nossos lares, e as dinâmicas do morar se tornaram mais complexas.
Com a alta dos custos imobiliários, a coabitação multigeracional se tornou mais do que necessária, reforçando a exigência de um design altamente funcional, conveniente e adaptável.
Ao mesmo tempo, vemos a ascensão na demanda por suportes à saúde e ao bem-estar.
No geral, temos passado mais tempo em casa, e 95% dos brasileiros citam suas casas como seu local favorito em uma pesquisa feita pelo QuintoAndar.
Em razão disso, há mudanças no modo como as casas são projetadas para atender a essas demandas.
A começar pelos planos totalmente abertos, que agora tornam-se semiabertos.
Os consumidores estão reavaliando seus espaços para ter mais flexibilidade e privacidade, adicionando meias-paredes ou estantes, sem separar as áreas por inteiro.
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Nesse sentido, configurar os espaços usando o mobiliário será essencial, a exemplo dos sofás modulares em ilha.
Esse tipo de divisão serve para acomodar diferentes gerações no mesmo ambiente, possibilitando que cada um realize suas tarefas em zonas diferentes ou compartilhe momentos a seu critério.
Da mesma forma, soluções que transformem ambientes abertos ou semiabertos em fechados são imprescindíveis para o consumidor que prioriza a adaptabilidade.
Paredes e painéis móveis ou cortinas oferecem essa flexibilidade.
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Mesmo que ambientes compartilhados estejam se transformando para abrigar a necessidade de todos que moram ali, os quartos ainda são a preferência nos lares brasileiros.
Por consequência, eles se tornam mais multifuncionais e ajustáveis – verdadeiros santuários para quem os utiliza.
Para maximizar esse ambiente, crescem as soluções que aproveitam ao máximo o espaço, como beliches e camas altas, camas com armazenamento, mesas adaptáveis, etc.
Além disso, elementos que auxiliam a saúde do sono, como iluminação circadiana e cortinas blackout, serão essenciais nos próximos anos, uma prioridade baseada na indústria do bem-estar, que chega também aos banheiros, transformando-os em espaços de autocuidado.
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Essas novas necessidades são um reflexo do momento em que a sociedade vive.
Por isso, é importante nos mantermos atentos às atualizações do morar que a WGSN está constantemente acompanhando e desvendando.
expresso.arq artigo de Hanne Lima


