Como escolher piso para apartamento e casa? Veja dicas que só especialistas sabem

Com uma variedade de pisos no mercado, escolher o ideal para a sua casa pode parecer uma tarefa difícil – mas não é. Com algumas dicas de especialistas e informações essenciais, você será capaz de entender os benefícios de cada tipo de piso e qual se adequa para cada ambiente da sua residência.

Um dos primeiros pontos que precisa ser analisado, segundo a arquiteta Lisane Heineck, à frente do Estúdio Amadas, é a localização geográfica da sua casa. Viver na praia ou nas montanhas, por exemplo, faz diferença no momento de escolher o revestimento. Isso porque um local com clima mais quente combina com pisos frios, como o porcelanato, enquanto lugares mais frios pedem o aconchego de pisos quentes, como a madeira.

Piso quente ou frio?

“O fator primordial para se usar piso frio ou quente é o conforto térmico”, explica Lisane. Laminados, vinílicos, tacos e carpetes são outros exemplos de pisos quentes, que retém melhor a temperatura. Enquanto os frios, como a cerâmica, o granito e o mármore, são melhores condutores de calor, proporcionando mais frescor ao pisar no chão.

Essa característica também pode ser levada em consideração para entender quais pisos são melhores para determinados cômodos. “Gosto muito de trabalhar a madeira natural nos quartos, acho aconchegante e o natural pra mim sempre é a primeira opção, mas dá mais manutenção e o valor é maior”, ressalta a designer de interiores Ednéia Bonassi. “O quarto e sala são áreas que prezam mais pelo conforto tátil e térmico, sendo melhor optar pelos porcelanatos ou amadeirados”, concorda Lisane.


Projetado pelo escritório MSAC Arquitetura e Interiores, a sala de estar preservou seu piso de taco de peroba — Foto: Pedro Ocanhas
Projetado pelo escritório MSAC Arquitetura e Interiores, a sala de estar preservou seu piso de taco de peroba — Foto: Pedro Ocanhas

Com uma variedade de pisos no mercado, escolher o ideal para a sua casa pode parecer uma tarefa difícil – mas não é. Com algumas dicas de especialistas e informações essenciais, você será capaz de entender os benefícios de cada tipo de piso e qual se adequa para cada ambiente da sua residência.

Um dos primeiros pontos que precisa ser analisado, segundo a arquiteta Lisane Heineck, à frente do Estúdio Amadas, é a localização geográfica da sua casa. Viver na praia ou nas montanhas, por exemplo, faz diferença no momento de escolher o revestimento. Isso porque um local com clima mais quente combina com pisos frios, como o porcelanato, enquanto lugares mais frios pedem o aconchego de pisos quentes, como a madeira.

Piso quente ou frio?

“O fator primordial para se usar piso frio ou quente é o conforto térmico”, explica Lisane. Laminados, vinílicos, tacos e carpetes são outros exemplos de pisos quentes, que retém melhor a temperatura. Enquanto os frios, como a cerâmica, o granito e o mármore, são melhores condutores de calor, proporcionando mais frescor ao pisar no chão.

Essa característica também pode ser levada em consideração para entender quais pisos são melhores para determinados cômodos. “Gosto muito de trabalhar a madeira natural nos quartos, acho aconchegante e o natural pra mim sempre é a primeira opção, mas dá mais manutenção e o valor é maior”, ressalta a designer de interiores Ednéia Bonassi. “O quarto e sala são áreas que prezam mais pelo conforto tátil e térmico, sendo melhor optar pelos porcelanatos ou amadeirados”, concorda Lisane.

Esta cozinha assinada pelo escritório Fantato Nitoli Arquitetura conta com piso de porcelanato  — Foto: Nathalie Artaxo
Esta cozinha assinada pelo escritório Fantato Nitoli Arquitetura conta com piso de porcelanato — Foto: Nathalie Artaxo

Porém, para áreas com mais umidade, como a cozinha e o banheiro, é melhor escolher pisos que possam ser laváveis e sejam mais resistentes à água, como o porcelanato. “Cola, madeira e água não são compatíveis, portanto, piso frio é a melhor opção. Nestes locais, também fujo do polido por conta do perigo de escorregar”, acrescenta Ednéia. Agora, para quem deseja um ambiente que chame a atenção, pode optar pelas pedras naturais, como mármore e granito, para enriquecer seu projeto.

Praticidade e durabilidade

Outra questão importante que deve ser levada em consideração é a praticidade que cada piso traz no momento da limpeza. Neste sentido, as especialistas concordam que o porcelanato e o vinílico saem na frente – para limpá-los, basta varrer para tirar o pó e finalizar com um pano úmido com água e detergente. A madeira e as pedras naturais, como o mármore, são mais porosas e sensíveis à água, demandando mais cuidado durante a limpeza.

Este banheiro, assinado pela arquiteta Andrea Balastreire foi totalmente revestido em mármore — Foto: Renato Navarro
Este banheiro, assinado pela arquiteta Andrea Balastreire foi totalmente revestido em mármore — Foto: Renato Navarro

O porcelanato também se destaca como um piso durável e de pouca manutenção. A madeira e as pedras naturais também possuem alta durabilidade, mas “são mais suscetíveis a manchas e riscos”, segundo Ednéia Bonassi. Quanto a valores, o porcelanato, com sua variedade de formatos e cores, se destacam com o melhor custo-benefício. O vinílico também é uma opção mais barata. “Os dois possuem uma instalação mais fácil, pouca manutenção e durabilidade”, destaca Lisane Heineck.

Ainda, Ednéia aconselha: “Cada cliente é único e muitas considerações são pensadas no momento da reunião de briefing. Qualquer pessoa deve estar atenta às especificações com relação a uso e manutenção”.

expresso.arq com informações de Laura Raffs

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