Financiar casas populares reduz os danos à natureza

Durante uma apresentação no estande brasileiro na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica Federal, afirmou que financiar moradias populares também é uma maneira de preservar o meio ambiente.

A fala aconteceu em uma palestra virtual do executivo que abordou as ações ecológicas do banco estatal.

“Hoje, é comum que as pessoas morem em casas que vieram da devastação de algum bioma. Então, quando você financia as residências bem construídas, tira essa população carente e reduz a destruição”, destacou Guimarães, que estava em um estúdio preparado em Brasília, pelo Ministério do Meio Ambiente.

De acordo com o presidente da CEF, a instituição financia anualmente a construção de 600 mil moradias destinadas às famílias de baixa renda.

Essa carteira de crédito do banco auxilia na redução dos riscos ambientais provocados pela ausência de renda e habitação.

“Essas casas substituem residências que, muitas vezes, estavam em encostas onde havia desmatado tudo”, comentou.

Atualmente, a Caixa responde por mais de 99% de todo o volume de financiamentos do programa federal Casa Verde Amarela, voltado às habitações populares.

Outras iniciativas

No evento, Guimarães também apresentou outras ações do banco que colaboram com a preservação da natureza.

Uma delas é o financiamento (com juros baixos) da instalação de sistemas fotovoltaicos para geração de energia elétrica em moradias populares.

Outro projeto, batizado de Caixa Florestas, pretende aplicar R$ 150 milhões — oriundos do lucro da instituição — no plantio de 10 milhões de árvores em todo o país.

Lançada em outubro, a iniciativa revelou quais serão os primeiros contemplados neste começo de novembro.

Um deles é o “Nascente Viva”, que plantará 450 mil árvores em 27 cidades da bacia do rio Verde Grande, em Minas Gerais.

Com isso, serão recuperadas 1,5 mil nascentes.

expresso.arq com informações da Agência Brasil

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