Como o icônico hotel redondo de Balneário Camboriú mantém relevância em meio aos arranha-céus

Inaugurado em 1964, o Hotel Marambaia já foi o prédio mais alto de Balneário Camboriú. Há 60 anos, o edifício redondo de três andares fez história.

Agora, mesmo em meio aos arranha-céus vizinhos, a construção permanece relevante, mas dessa vez por outro motivo: a história que carrega. 

Projetado em 1959, fazia parte de uma ação com objetivo de incentivar o turismo no Estado.

A então Camboriú (o projeto veio antes da emancipação político-administrativa de Balneário Camboriú), idealizada por Osmar Nunes. 

O Marambaia Cassino Hotel teve mais dois “irmãos”: o Marambaia Cabeçudas (em Itajaí) e o Marambaia Florianópolis. 

O terreno, na área mais ao norte da praia, onde deságua o Rio Marambaia, foi adquirido em 1961.

A construção começou em 1962, com projeto do arquiteto gaúcho Roberto Felix Veronese.

Foi um desafio: o local escolhido tinha poucas casas, o balneário era terra de pescadores, e o acesso ainda era precário. 

Mesmo com os desafios, o prédio foi construído e se tornou um ícone da cidade. Em 1964, ano em que o hotel foi inaugurado, Balneário Camboriú se separou do município-irmão. 

Modernização 

O Marambaia tem três andares, que já foram a construção mais alta de Balneário Camboriú.

Hoje, o prédio mais alto tem 70 andares.

O edifício vai passar por uma reforma e modernização.

Terá uma praça, jardim, e restaurante aberto ao público, além de um museu sobre Balneário Camboriú e uma área para exposições e eventos.

Atualmente, segundo Sheila Petri, gerente geral do Marambaia Hotel, o hotel tem em média 90 funcionários fixos, sem contar terceirizados.

Durante a temporada, a ocupação gira em torno de 92%. No restante do ano, esse número fica em 67%. 

“É um comparativo que a gente tem mesmo estando em reformas, que há dois anos seguidos a gente fecha uma parte do hotel para fazer reformas referente aos dois prédios. Em 2022 foi o prédio redondo, que passou por uma reforma geral; em 2023, foi o anexo”.

expresso.arq sobre artigo de Kátia Salles da Silva

Quer receber mais conteúdos como esse gratuitamente?

Cadastre-se para receber os nossos conteúdos por e-mail.

Email registrado com sucesso
Opa! E-mail inválido, verifique se o e-mail está correto.
Ops! Captcha inválido, por favor verifique se o captcha está correto.

Fale o que você pensa

O seu endereço de e-mail não será publicado.