Por dentro do iate de US$ 25 milhões que vira submarino
O Nautilus pode transitar facilmente acima e abaixo da superfície, dando flexibilidade dependendo dos desejos do proprietário e das condições do oceano.
Um bônus adicional, acrescenta Houtman, é que essa capacidade também pode combater o enjoo.
“Se o mar ficar muito agitado, você simplesmente mergulha e continua sua viagem com conforto. Com o Nautilus, o mercado de iates nunca mais será o mesmo”, afirma.
Quando estiver no modo de barco, os proprietários e seus convidados podem aproveitar os raios de sol em um amplo deck com piscina de água doce, um bar e uma área de jantar.
Os equipamentos são retráteis para quando o iate submersível mergulhar.

No interior, há outra sala de jantar e um lounge com janelas circulares de quatro metros de largura, oferecendo aos hóspedes excelentes vistas da paisagem ao redor – e da vida marinha que passa quando debaixo d’água.
Os layouts internos são personalizáveis, embora o sugerido no conceito tenha um generoso quarto principal, quatro cabines para convidados e alojamentos para seis tripulantes.
Se alguns hóspedes desejam explorar abaixo da água enquanto deixam o iate na superfície, podem ir a bordo do submarino elétrico separado, o Aronnax, resistente à pressão e que pode levar até cinco mergulhadores.
O conceito é inspirado no romance de 1870 do escritor francês Júlio Verne, “Vinte Mil Léguas Submarinas”, no qual três homens partem em uma expedição oceânica e descobrem incríveis criaturas do fundo do mar a bordo de um submarino chamado Nautilus.
expresso.arq sobre artigo de Rachel Ingram


