Nômades digitais dão 7 dicas para entrar nesse estilo de vida

1 – Alessandro, 37 anos, e Maria Eduarda (Duda), 29 anos, partiram de São Paulo em janeiro de 2020 para começar a viver em uma van.

O casal diz se preocupar com as boas práticas para evitar problemas.

“É importante não colocar o varal do lado de fora, não abrir toldos ou mesas se você estiver em um lugar público. Além disso, é necessário descartar seu esgoto em lugares apropriados”, diz Alessandro.

2 – Duda destaca os imprevistos que podem ocorrer durante o percurso.

Por causa disso, ela diz que vale a pena estender um pouco o tempo da viagem.

“Também é sempre bom pesquisar bastante para diminuir a possibilidade de imprevistos, principalmente se você quiser ir para outros países”.

3 – Sophia Costa, 27 anos, adotou o nomadismo e começou a viajar sozinha.

Com passagens por Moçambique, Argentina, Tailândia, Sérvia e Itália, hoje ela vive na Inglaterra.

Sophia destaca que para começar uma experiência como nômade digital não é preciso longas distâncias.

“Dá para você fazer um teste perto de onde mora. A gente só descobre se consegue viver nesse estilo de vida testando”.

4 – “É muito importante entender que o nomadismo não tem nada a ver com uma viagem de férias. O que funciona para mim é ficar pelo menos um mês em cada lugar porque desse jeito tenho tempo para me organizar com o trabalho e com os lugares que quero conhecer”, diz Sophia.

5 – Para as pessoas que querem sair do país para testar esse estilo de vida, ela afirma que é necessário preocupar-se com os custos.

“Se você ganha o seu salário em reais, é interessante pensar em países onde a moeda não seja tão forte em relação ao real”.

6 – Desde outubro deste ano, Lilian e Kaio, 27 anos, com seu gatinho Thomas, vivem como nômades digitais e moram em uma Kombi.

Para Lilian, investir em um isolamento térmico, se o nomadismo for acompanhado de um veículo, é muito importante.

Além disso, ela aposta no planejamento financeiro para o projeto dar certo.

7 – “Acho que uma dica importante é aprender ao máximo sobre mecânica e elétrica para não precisar de tanta ajuda na estrada”, diz Lilian.

expresso.arq sobre artigo de Letícia Sepúlveda

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