Unesco elege Copenhague como Capital Mundial da Arquitetura para 2023
Após o Rio de Janeiro em 2020, Copenhague é nomeada pela Unesco como Capital Mundial da Arquitetura para 2023 e sediará o Congresso Mundial da União Internacional de Arquitetos no mesmo ano.
Em sua segunda edição, a iniciativa busca destacar o papel da arquitetura e do planejamento urbano na construção de um futuro sustentável e no enfrentamento dos desafios globais.
Designada trienalmente, a cidade eleita Capital Mundial da Arquitetura se torna um fórum internacional de debate em torno de questões relacionadas ao meio ambiente urbano.


A capital dinamarquesa sediará o 28º Congresso Mundial da UIA, um fórum profissional que data de 1948.
Sob o tema abrangente Futuros Sustentáveis – Não Deixe ninguém para Trás, Copenhague será o lar de uma série de eventos que exploram como a arquitetura e o planejamento urbano podem contribuir para alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
O título definirá a agenda cultural da cidade em 2023 por meio de iniciativas voltadas para aumentar a consciência pública sobre a arquitetura sustentável.

“Esta é uma chance para pessoas comuns e líderes mundiais verem o valor do design na vida cotidiana.
Nossa parceria com a Unesco reforça o lugar da arquitetura e do design urbano no avanço dos valores culturais e influências na sociedade, tão necessários no mundo de hoje.
Os arquitetos podem ver o mundo como ele é — e como ele poderia ser”, afirmou Thomas Vonier, Presidente da UIA
Primeira Capital Mundial da Arquitetura, o Rio de Janeiro deveria receber o 27º Congresso Mundial de Arquitetos; no entanto, o evento se tornou digital em função da pandemia.
A edição deste ano explorou maneiras de criar um ambiente urbano mais justo e favorável sob o tema Todos os mundos.
Apenas um mundo. Arquitetura 21. De acordo com a UIA, Barcelona e Pequim são candidatas ao título de 2026.

Fundada em 1948, a União Internacional de Arquitetos (UIA) é uma organização não governamental com sede em Paris que trabalha para sustentar a troca de ideias entre arquitetos, promover novos conceitos e tecnologias, influenciar políticas públicas de construção e desenvolvimento e prestar assistência a estruturas profissionais em todo o mundo.
Expresso.arq sobre artigo de Andreea Cutieru | Traduzido por Romullo Baratto


