Vão livre: edifícios que desafiam a gravidade
Quando pensamos nos vãos arquitetônicos – que são a distância entre dois apoios em uma estrutura, em geral em referência ao espaço ininterrupto entre pilares da trama de sustentação dos edifícios -, é inevitável não lembrar de clássicos como o MASP de Lina Bo Bardi, o Pavilhão de Portugal na Expo 98 de Álvaro Siza ou no Panteão Romano.
Contudo, nos últimos anos diversos edifícios trazem inovação na hora de imaginar esses espaços e através de uma ousadia estrutural propõem novas formas de projetá-los.
Aqui, reunimos algumas das obras que possuem grande vãos e os alcançam através de distintas estruturas metálicas, de concreto ou bambu.
Em seus mais distintos programas, alguns exemplos também adotam materiais não tão comuns na construção civil como espuma de poliuretano e plástico, demonstrando como a inventividade arquitetônica pode sempre se renovar.
Biblioteca Tianjin Binhai / MVRDV + Tianjin Urban Planning and Design Institute

Museu de Arte Teshima

Soft Matter / NATURALBUILD

Han Cultural Park

Hangzhou Green Office / gad. Foto: © Li Yao

Centro Internacional de Artes e Cultura Changsha Meixihu

Aeroporto Jewel Changi / Safdie Architects

Upper Skeena Recreation Center / Hemsworth Architecture

Pavilhão The Arc na Green School / IBUKU

Jardim Botânico de Taiyuan / Delugan Meissl Associated Architects

BUGA Pavilhão de Fibra / ICD/ITKE Universidade de Stuttgart

Centro Cultural Tianjin Binhai / gmp Architects

Beyond the Geometry Plastic 3D Printed Pavilion / Archi-Union Architects + Fab-Union

Moynihan Train Hall / SOM

Habitat Qinhuangdao / Safdie Architects

Expresso.arq com informações Equipe ArchDaily


