Investir em energia solar pode trazer retorno de R$ 1 milhão

Com a entrada em vigor do Marco Legal da Geração Distribuída, os produtores de energia por meio de painéis solares conectados à rede passaram a ser cobrados pelo serviço de transmissão da energia exportada para a rede elétrica da concessionária, o chamado Fio B. 

Essa mudança, que inicialmente foi vista como obstáculo, mostrou-se uma vantagem ao setor fotovoltaico por trazer previsibilidade orçamentária aos projetos.

“A partir da nova lei consigo mensurar o quanto será cobrado em uma usina fotovoltaica, e não mais um valor indefinido ou 100% do Fio B, por exemplo, pois a lei define as taxas de cobrança”, explica Marco Souto, diretor de Operações e Aplicações da Mais Que Eficiência e consultor em energias renováveis da Helte Distribuidora.

Para Souto, a energia solar continua sendo uma opção financeira econômica, mesmo com a cobrança do Fio B. Uma família com uma conta mensal de R$ 500 de energia pode ter um retorno em torno R$ 1 milhão, se optar pela energia solar.

“No primeiro ano a conta será substituída pelo valor da parcela do financiamento da instalação do sistema.

O valor economizado investido com juros de 10% ao ano, no período equivalente a vida útil do sistema, ou seja, 25 anos, renderá R$ 1.250.000,00 na sua conta bancária”, explica o especialista.

“A tarifa de energia tem o histórico de 80% de aumento nos últimos oito anos, o dobro da inflação do mesmo período. Como a energia é o principal custo fixo na vida do brasileiro, esse valor faz a diferença dentro do orçamento familiar”.

O tempo de retorno do investimento também é um diferencial para quem aposta na sustentabilidade. Em alguns casos, a diferença no payback é pouco expressiva.

Se o aporte financeiro for para um projeto de geração centralizada, o retorno é ainda maior, além de trazer vantagens sociais e ambientais.

“Os locais onde são instaladas usinas de grande porte levam consigo desenvolvimento social.

Geram oportunidade de emprego e renda para as comunidades e preconizam boas práticas de ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa)”, destaca Souto, que também é professor de pós-graduação do Instituto E-Class.

“Nove a cada dez brasileiros sabem a importância da geração de energia limpa e têm intenção de adquirir um sistema de energia solar”, diz. Quanto maior a quantidade de usinas fotovoltaicas em operação, menor é a necessidade das termelétricas, gerando maior sustentabilidade. 

Para atender à necessidade, a Helte criou um programa de financiamento que pode ser viabilizado através da BV Financeira, Banco BTG Pactual, Losango e Santander.

O Financiamento Helte é destinado para aquisição de sistemas de energia solar com pagamento em até 96 meses e carência de 120 dias.

Nascida no Paraná, a Helte é uma expoente distribuidora de equipamentos fotovoltaicos e, em 2022, obteve faturamento bilionário tendo sido auditada por empresas das chamadas Big Four (como o mercado se refere ao grupo formado por Deloitte, EY, KPMG e PwC).

A Helte também está comprometida em contribuir com o desenvolvimento sustentável do planeta. “A Helte vem para facilitar esse processo e levar energia limpa para todas as realidades”, diz Souto.

expresso.arq com informações de Helte Distribuidora.

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